sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

UMA ANÁLISE DA LINGUAGEM DAS EXPERIÊNCIAS RELIGIOSAS NO FILME A VILA.

ARTIGO: UMA ANÁLISE DA LINGUAGEM DAS EXPERIÊNCIAS RELIGIOSAS 
NO FILME A VILA.

AUTORA: Ana Karina de Oliveira Gusmão Araújo 1

SALVADOR/BA-2013

RESUMO

Aborda-se a análise da linguagem das experiências religiosas que estão evidenciadas com a maior clareza no filme “A Vila”, mesmo que, porventura, não tenha sido essa a real inspiração e motivação do autor ao elaborá-lo. Sabe-se que um dos maiores mecanismos de manipulação das massas, em todos os tempos, sempre foi à religião. Essa, por sua vez, sempre esteve direta ou indiretamente ligada à política. O medo torna os indivíduos vulneráveis e fáceis de serem direcionados aos intentos da classe dominante. Essa costumeiramente detentora do saber e do poder comanda a peça teatral de fantoches que se deixam equilibrar e desequilibrar sob linhas tênues por diversos motivos, mas o mais pernicioso deles: a omissão por puro comodismo. 

Palavras-chave: Ética. Medo X Poder. Mito X Rito X Símbolo. Religião.


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1 Teóloga, Especialista em Metodologia do Ensino de Filosofia e Sociologia pela FTC, Especialista em Teologia e Cultura pela FBB, Docente e Tutora em EAD, ESP e Cursos na área das Ciências Humanas.
                                             


1 INTRODUÇÃO

No filme, “A Vila”, uma isolada e pequena comunidade vive aterrorizada por opressivos e demoníacos “Seres”, que vivem na floresta. Um determinado homem (Lucius) decide enfrentar o desconhecido e mudar para sempre o futuro dessa vila. Porém, o destino reserva grandes surpresas. Ao apaixonar-se por uma garota cega muito especial (Ive) ele desperta os ciúmes de um garoto com problemas mentais. Muito amigo dela (Noah), que é quem, contrariando o desejo de mudança, conseguirá perpetuar o mito1 em todo o vilarejo, para sempre. O mito criado torna-se uma realidade indubitável.
A sociedade foi constituída por um grupo de pessoas que se conheceram em um “Centro de Ajuda”, quando faziam terapia devido a traumas sofridos por parte da violência urbana. Cada qual com seu problema específico, porém todos com um misto de dor e desesperança que os uniu em uma sociedade fraterna e inusitada.
Com base no conhecimento de uma lenda, obtido nos livros da disciplina que lecionava o professor Walker, juntamente com os outros integrantes do, por eles denominado, “Conselho de Anciãos”, resolveram criar um mito sobre o qual basearam todo o sistema social da comunidade, afinal “para dominar se faz necessário inventar”.2 Aqui devemos lembrar que “o mito contêm um elemento de intelecção, mas apela também à emoção”.3 Escolheram um local dentro da “Reserva Walker” que pertencia à família do professor como um local de preservação de flora e fauna. O lugar era muito bonito e totalmente cercado pela floresta de Cauvigton.
O “Conselho de Anciãos” dirimia sobre as questões normativas e assumia uma postura ética de cunho, extremamente, radical. Fato observado, por exemplo, na postura do professor Walker que, sendo casado, ao interessar-se por uma mulher do conselho, a mãe de Lucius, nem sequer a tocava, para evitar uma aproximação que pudesse induzi-los ao adultério. Outro exemplo seria o cuidado exacerbado de não quebrar o juramento feito na fundação da comunidade, levando pessoas a perderem seus entes queridos, por falta de medicamentos necessários à cura de enfermidades sofridas no local, tendo a possibilidade de ajudá-los buscando os remédios nas cidades.
A atuação deste conselho era, indelevelmente, uma forma de domínio sobre pessoas ora alienadas pela coação a que eram submetidas. Viviam aterrorizadas e, portanto, se tratavam de vítimas do medo facilmente manipuladas por outrém4. Faltava-lhes o direito sobre suas vidas. A possibilidade de escolha. O niilismo dos integrantes do conselho em relação ao mundo, não lhes outorgava o direito de decidirem sobre a liberdade de escolha de outros seres humanos. O fato de agirem daquela forma os qualificava como pessoas violentas, afinal a violência que ali era praticada tolhia o direito de escolha, ou seja, o direito à liberdade de outras pessoas. Ali o “poder” dos anciãos entrava em crise com a “liberdade”. Uma abordagem muito interessante sobre este tema é encontrada em Vigiar e Punir, de Michael Foucault, quando o mesmo faz um estudo sobre a “internalização do olhar normativo” e, principalmente no capítulo intitulado “Panóptico”, quando, o mesmo, fala sobre uma “colonização da morte”. Outros também falaram sobre o assunto como Jeremy Benthon e Frantz Fanon. Porém, para os anciãos aquele lugar simbolizava5 a esperança que outrora haviam perdido. Era isso o que haveria de mais belo naquele vilarejo.

2 A FUNÇÃO DO MITO

A função do mito ora criado era proteger a inocência dos integrantes da comunidade, atuando de modo direto contra toda a desesperança do mundo em que viviam e promover uma cultura de não violência, com base em um sistema de classe uniforme nos moldes do socialismo. Não havia moeda, logo o trabalho era visto como necessidade de sobrevivência, ou seja, cada qual desenvolvia suas habilidades em prol do bem comum. Destarte não havia desníveis socioeconômicos, nem, tampouco, uma busca desenfreada por “status quo” e “poder”. Para eles, nas palavras do Sr. Walker “... é o amor quem nos motiva... é o amor que move o mundo... o amor é capaz de tudo”. Seria então em uma sociedade mais humana e afetuosa que a vida fluiria melhor.
Para a preservação do sistema que fora instituído na comunidade, o mito deu origem a diversos símbolos, como uma maneira de reforçar a indução das pessoas à submissão às regras e normas elaboradas pelo conselho. Os símbolos nos antecedem. O símbolo é aquilo por meio do qual algo que não ele próprio se faz presente e conhecido. Ele torna alguma outra coisa presente e atual. É cognitivo. Ele direciona nossa atenção para o transcendente e infinito. Segundo Paul Tillich “o símbolo partilha ou toma parte na realidade do simbolizado”. Vemos desta forma uma clara referência à questão do bem X mal. Já Durkheim afirma: “toda manifestação de efervescência coletiva em torno de um símbolo é tido como um ato de coesão social”. Podemos assinalar alguns exemplos no filme:

a cor vermelha era símbolo do proibido, perigoso, sombrio, afinal ela atraía os “Seres” intitulados por eles como “aqueles a quem não mencionamos”, notamos isso em vários momentos, como quando as moças enterram as flores, quando Noah encontra as frutas em companhia de Lucius e Ive, também, quando Lucius invade a floresta e colhe as frutas e quando os rapazes replicam com Ive devido à mesma ter sugerido que ascendessem tochas na floresta;
a cor amarela era símbolo da proteção, segurança, afinal ela afugentava os referidos “Seres”. Era usada nas bandeiras e marcadores pintados que circundavam o local fazendo divisa com a floresta. Sendo uma forma de defesa, era utilizada nas capas dos que se aproximavam dos limites da vila. Mesmo após saber de toda a verdade em relação à farsa, percebemos a aflição de Ive quando a sua capa fica suja de lama;
as cidades eram tidas como lugares ruins que eram habitados por pessoas ruins, daí a surpresa de Ive quando o guarda florestal a ajuda. Ela diz ter encontrado bondade em sua voz e revela que por isso ela não esperava. Em contra partida, para os anciãos as cidades, realmente, simbolizavam o mal, afinal haviam sofrido com a violência das mesmas, logo “o símbolo é a linguagem frontal da experiência humana”, daí seu duplo sentido. Para fazer sentido o símbolo deve vir precedido de uma experiência;
o modo de se vestir mudou quando eles criaram a comunidade, passando a ser de forma mais recatada e modesta e a maquilagem fora abolida, por razões de cunho ético (o que nos faz lembrar de algumas doutrinas religiosas ainda em vigor);
as caixas pretas que os anciãos guardavam trancadas em suas casas simbolizavam aquilo que os unia naquele propósito e, segundo eles, aquelas lembranças não poderiam ser destruídas para que não corressem o risco de esquecê-las. Se assim o fizessem poderiam, porventura, voltar à vida antiga. Quando se viram em um momento crucial do destino da vila, abriram a caixa para rememorar o que haviam vivido e, de certa forma, resgatar a motivação de haverem criado aquele lugar;
a cegueira de Ive era vista pelo Sr. Walker como uma grande qualidade, quando ele responde a indagação de por que ele deixou sua filha cega ir buscar os remédios, tendo que atravessar a floresta para tanto. Ele retruca que daquela vila ela seria a pessoa que mais enxergava por estar sendo guiada pelo amor e ter um coração puro. Percebemos a intenção do autor ao enaltecer que a verdadeira visão deve vir do interior e não da percepção das coisas exteriores. Isso, aludi-nos ao Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago, quando o mesmo diz que “... temos palavras a mais... temos sentimentos a menos...”, diz mais “... o pior cego foi aquele que não quis ver...”, fazendo alusão a um dito popular;
o som ouvido vindo da floresta era as sirenes dos carros que faziam a ronda florestal da reserva, porém para os habitantes da vila representavam os grunhidos dos “Seres” temidos;
devido a uma moral rígida, o ato de tocar em alguém, com segundas intenções, era evitado, a todo custo, podemos comprovar isso nos comportamentos de Lucius em relação à Ive e no do Sr. Walker, pai de Ive, casado, em relação à mãe de Lucius. Lembram-nos que sobre “demonstrações públicas de afeto” temos muitos escritos, afinal se trata de um problema muito grave para algumas pessoas e sociedades, dentre eles as abordagens feitas por Paulo Freire, que são muito interessantes.

2.1  MITO E SIMBOLOGIA

Quanto aos ritos, ou seja, o mito em ação, a dramatização do mito através dos símbolos, nós podemos citar alguns:

a cerimônia de oferenda de carne para os “Seres” da floresta sobre uma pedra tinha a finalidade de mantê-los afastados do povoado, talvez aqui tenhamos um exemplo de rito de imitação, mimético ou representativo, segundo Durkheim;
as aulas dadas pelo professor Walker eram momentos de rememoração do mito, ele pedia aos alunos que expressassem verbalmente tudo que pensavam a cerca dos “Seres” da floresta, como podemos ver no momento do encontro dos animais mortos e esfolados, sendo claramente um exemplo de rito de imitação, mimético ou representativo;
“O gesto, a palavra e a forma atualizam os mitos permitindo a encarnação”, daí o treinamento que faziam para protegerem-se no sótão dos “Seres”. Esse treinamento rezava que não podiam permanecer com as portas abertas, mediante a proibição implícita, isso pode ser dado como exemplo de um rito negativo, segundo Durkheim;
a pintura dos marcadores que circundavam a floresta tinha a intenção de demarcar limites que não deveriam ser transpostos gerando uma proibição, rito negativo;
as refeições eram feitas em conjunto com todos à mesa, isso pode ser dado como exemplo de um rito positivo por tratar-se de um ato de comunhão que promove a fecundidade, segundo Durkheim;
as festas eram comemoradas por toda a comunidade, rito positivo.

Os tabus dão origem aos dogmas e estes, ditam regras a serem seguidas e quando quebradas dão origem a grandes conflitos. Os tabus e dogmas estão atrelados à moral da sociedade, ou seja, a ética, e, esta é constituída em torno dos desejos. Os desejos estão dentro de nós. Eles nos são inerentes. Fazem parte da natureza humana. Conforme Durkheim “... moral é amplo e irrestrito, regula as ações da coletividade no cotidiano”. Convém abordarmos também que “a doutrina, dirige-se à vontade, mediante sistemas legais e a ética refletida.” Percebemos alguns tabus e dogmas no filme, vejamos:

não deviam ultrapassar a barreira amarela que dividia a floresta;
não deviam usar a cor vermelha;
a sociedade fora da vila é completamente má;
os relacionamentos deveriam ser totalmente éticos;
vestimentas e maquilagens fora dos padrões eram evitadas.

Quanto à análise do filme de modo geral, podemos ver uma clara similaridade com a teoria de Durkheim sobre a sociedade, quando o mesmo define-a como sendo “uma realidade transcendente, dotada de autoridade moral sobre os indivíduos e, ao mesmo tempo, capaz de elevá-lo além de si mesmo.” Também observamos a referência, quando Durkheim afirma que “muitas condutas sociais se dirigem não para as coisas em si mesmas, mas para seus símbolos.” Para Durkheim “a sociedade substituiria a religião pela sociedade”.
Quanto a Weber, o mesmo afirmava que “A religião era autônoma. Tinha o poder de manter-se independente nos processos sociais, ainda que esses pudessem influenciá-la”. Isso não é exemplificado no filme de forma alguma. Apesar do mito da vila não estar vinculado com religião alguma, ele mostra uma ligação da comunidade com algo transcendente, ou seja, com o “mistério”, e aí uma grande similaridade com o “sagrado”. Afinal os “Seres” da floresta não eram tidos nem como animais, nem como seres humanos, mas como criaturas monstruosas que, mesmo sendo malignas eram reverenciadas. Afinal eram respeitadas e temidas. Inclusive até oferendas lhes eram atribuídas. Na relação sagrado X profano, notamos um estreitamento total. Afinal, os símbolos estavam de tal forma, intrínsecos naquela cultura, que o mito se fazia presente a todo o tempo no cotidiano das pessoas. O fato de ritualizarem as refeições é um exemplo. Também a observância dos dogmas ora inerentes à moral deles levando-os a um código de ética subentendido. O bem X mal ocupava posição de destaque nos atos da vida de todos, desde tenra infância.
Como alusão ao mito teogônico6, vemos que o mito da vila teve origem antes da criação da comunidade, ela foi uma luta do bem (grupo de pessoas vítimas da violência urbana) contra o mal (representado pelas cidades) e a nova comunidade surgiu como um ato de libertação.
Em relação ao mito trágico, podemos citar a fala de um dos anciãos que sempre repetia “não importa onde esteja, a tristeza vai sempre o encontrar”, fazendo alusão a que “o mal corresponde ao destino do ser humano”. “A tragédia está associada à trajetória do herói”, pode ser ilustrada na tentativa de assassinato de Lucius, que na verdade era o herói que desafiava o medo em busca do desconhecido. O que Lucius queria, ao rebelar-se contra o sistema vigente, era mostrar que tinha maturidade para entender as coisas e tomar as decisões necessárias à direção de sua própria vida. Ele não queria ser influenciado contra sua vontade, por mais dócil que parecesse, daí sua introspecção. Ele queria ter o domínio sobre o seu próprio destino. Aqui lembramos da Teologia da Libertação de Leonardo Boff, de Martinho Lutero e das suas Teses, de Luther King, de Malcolm X, de Nelson Mandela, de Paulo Freire, de Rubem Alves e de tantas outras personalidades atuantes.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O filme é excelente como campo de estudo para o tema que ora abordamos: mito. O tema, por sua vez, fascinante. Haveria muito mais a ser dito, mas, por hora, ficaremos por aqui.
Afinal, nada melhor do que o leitor assistir ao filme e usar a sua própria percepção para constatar e até mesmo contestar o viés desse artigo que tem por finalidade alertar contra fundamentalismos de qualquer ordem.

NOTAS

Narrativa alegórica, centrada em personagens divinos e semidivinos, que contém significação cosmogônica; Pessoa, fato ou coisa real cuja significação tornou-se exagerada pela tradição, etc; Idéia, coisa ou pessoa falsa, irreal. XIMENES. P. 633.

Como as religiões dominariam as massas sem céu e inferno, benção e maldição, bem e mal, etc? ARAÚJO, A. K. O. G.

Das linguagens da religião, o símbolo e o rito expressam mais o sentimento; o mito contém um elemento de intelecção, mas apela também à emoção, enquanto que a doutrina, que parece referir-se só ao plano noético, dirige-se também à vontade, mediante os sistemas legais e a ética refletida. CROATTO. P. 69.

O mito assumiu valor de paradigma. VERNANT. P. 180.

Nesse sentido, o pedagogo da religião Hubertus Halbfass, interpretando Paul Tillich, afirma que quem procura entender o símbolo, realiza um caminho “de fora para dentro, da superfície à profundeza, do invólucro externo ao cerne da questão”. Determinado elemento simbólico não se torna símbolo se a relação pessoal com o mesmo permanecer na superfície e não houver uma correlação com as “preocupações últimas” do ser humano. Didaticamente deve-se estar atento às manifestações, diretas e indiretas, das pessoas e proporcionar o espaço de liberdade para que as pessoas consigam se manifestar livremente. WACHS. P. 5.

O mito teogônico relata o nascimento dos deuses, as suas genealogias e parentescos. Hesíodo.

REFERÊNCIAS

CAMPBELL, J. O Poder do Mito: entrevistas a Bill Moyers. 18. ed. São Paulo: Palas Athena, 2000.

CROATTO, José Severino. As Linguagens da experiência religiosa: uma introdução à fenomenologia da religião. Trad. Carlos Maria Vásquez Gutiérrez. São Paulo: Paulinas, 2001. (Coleção Religião e Cultura).

DESPLAND, M. POUPARD, Paul. Religión – Diccionario de las Religiones. Barcelona, 1987.

DURKHEIM, Émile. As formas elementares da vida religiosa. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. 

FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Fator, 1983.

FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 30. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2005.

GLEISER, M. A. A Dança do universo. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

HESÍODO. Teogonia: a origem dos deuses. Trad. J.A.A. Torrano. São Paulo: Iluminuras, 1991.

MARTELLI, Stefano. A Religião na sociedade pós-moderna: entre secularização e dessecularização. Trad. Euclides Martins Balancin. São Paulo: Paulinas, 1995.  

MARTÍN VELASCO, Juan. Introducción a la fenomenología de la religión. 3. ed. Madrid: Cristiandad, 1982.

RICOEUR, Paul. La Simbólica del mal. Madrid: Taurus, 1969. (Tomo II: Finitud y Culpabilidad.).

SARAMAGO, José. Ensaio sobre a cegueira. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 

TILLICH, Paul. Teologia sistemática. São Paulo: Paulinas, 1967.
___________. The Religious symbol. In: DILISTONE, F. W. Myth and Symbol. New York, 1966. 

VERNANT, Jean-Pierre. Mito e sociedade na Grécia antiga. Trad. Myriam Campello. 3. ed. Editora José Olympio.

WACHS, Manfredo Carlos. Símbolo como expressão religiosa universal. Apostila.

XIMENES, Sérgio. Minidicionário Ediouro da Língua Portuguesa.

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